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17/05/2008

Os arcanos maiores do Tarot

Tarot de Marselha

 

Não se sabe ao certo como surgiu o Tarot. Alguns pensam na possibilidade de ter sido no Egito, outros na China, ou na Índia…Já o Tarot de Marselha, surgiu entre os séculos XV e XVI e se difundiu de uma forma extraordinária.

 

Alguns foram pintados por artistas como Visconti. Sofreu algumas alterações com o tempo e é ilustrado de acordo com a época.

 

O Tarot é composto por 78 cartas, sendo 22 (Arcanos Maiores) e 56 (Arcanos Menores) e é muito rico em simbologia.

 

Arcanos Maiores:

 

 

O Mago I
A Papisa II
A Imperatriz III
O Imperador IV
O Sumo Sacerdote V
O Enamorado VI
O Carro VII
A Justiça VIII
O Eremita IX
A Roda da Fortuna X
A Força XI
O Enforcado XII
A Morte XIII
A Temperança XIV
O Diabo XV

A Casa de Deus XVI
A Estrela XVII
A Lua XVIII
O Sol XiX
O Julgamento XX
O Mundo XXI
O Louco XXII ou Zero

 

Texto retirado do site Acervo Esotérico http://www.acervoesoterico.com.br/tarot-marselha.html

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Sexta Feira -02/05/2008

O Tarot



O Tarot é um baralho de 78 cartas ilustradas e numeradas, que se dividem em Arcanos Maiores (ou Grandes Arcanos, 22 cartas) e Arcanos Menores (ou Pequenos Arcanos, 56 cartas), estes últimos subdivididos em 16 cartas de corte e cartas de Ás a 10. (Arcano significa conhecimento antigo, escondido, segredo)



Podemos dizer que não se sabe ao certo quando surgiu o Tarot, mas, alguns historiadores acreditam que o Tarot deriva dos livros sagrados do antigo Egipto.
Por outro lado, outros acreditam que este teve origem na Índia e no Extremo Oriente.

Também ninguém sabe ao certo a origem do termo tarot, entretanto, algumas fontes sugerem ser um vocábulo derivado do nome Thoth, o deus egípcio da magia e das palavras, por sua vez, outros acreditam ter origens hebraicas ou ser a deturpação da palavra “Torah”, o livro hebraico da lei. Outros apontam as migrações de ciganos vindos de leste, ainda outros falam da Atlântida, Babilónia, etc.



As cartas do Tarot, provavelmente, foram trazidas para a Europa pelos Cavaleiros da Ordem Templária durante e após as cruzadas para a Terra Santa.
Também se coloca a hipótese de terem sido trazidas pelos ciganos nómadas do Extremo Oriente durante a Idade Média.

No seu simbolismo detectaram-se diversas influências dos mistérios religiosos gregos, do Gnosticismo, do Neoplatonismo, do Hermetismo, do Catarismo das antigas filosofias árabes e indianas e da Cabala judaica.

Historicamente, a primeira referência a um baralho de Tarot que temos vem dos fins do séc. XIV


Mesmo as pesquisas do italiano Francisco Petrarca (1304-1374), apontando para pistas em seus poemas que sinalizam os Trunfos do Tarot, de facto, a primeira referência às cartas foi feita pelo monge alemão Johannes Von Reinfeldem, quando em 1377, escreveu ao clero sobre a chegada de um jogo de cartas em seu país, semelhante ao jogo de xadrez.
Fala de um baralho de jogo muito popular chamado “carte da trionfi”, Cartas de Trunfos. Esta referência vem a ser confirmada com a descoberta do primeiro baralho de Tarot, incompleto, no séc. XV em Itália.

O nome das cartas veio a ser mudado a meio do séc. XV para Tarocchi (sing. tarocco), para as distinguir de um jogo de Trunfos que entretanto entrou em voga, jogado com cartas normais.

Em 1392, é criado o mais antigo Tarot que se tem preservado: O Tarot de Gringonneur, embora as suas lâminas não possuam nomes ou números. Pensa-se assim que os atributos numéricos e nominais tenham surgido tempos depois, através de outros estudiosos e pesquisadores.



Entre 1369 e 1397, fica claro para os historiadores, o aparecimento das cartas na Europa, pelo que em vários países como Espanha, França, Itália e Alemanha, são proibidos os jogos, sem nenhuma indicação que descrevesse os jogos de cartas, mas continuavam a ser usados clandestinamente.

Até ao séc. XVIII, o Tarot foi usado como um baralho de jogo, muito popular entre todas as classes da sociedade. As regras deste jogo ainda hoje existem.

No séc. XVIII, ocultistas franceses e ingleses "descobriram" o Tarot, proclamando este baralho como uma chave mística e mágica para a vida. O Tarot começou a ser usado para adivinhação e práticas de magia, e todo o seu simbolismo tomou uma nova dimensão, à medida que novos baralhos iam sendo criados de acordo com as crenças e conhecimentos dos ocultistas.

Durante o período do século XV, a Igreja posiciona-se pela primeira vez sobre as cartas. Proíbe a utilização das mesmas por sacerdotes, sem explicações contudo.
No século XIX, o Tarot toma novos rumos feitos pelas associações de conhecidos ocultistas como Eteilla, Eliphas Levi, Oswald Wirth, entre outros, estabelecendo relações do Tarot com as letras hebraicas (Kabbalah), astrologia, mitologias, numerologia, enfim com o próprio pensamento da Magia. Surgiram daí, muitas ideias controversas, escolas e linhas de pensamento diversas, enriquecendo a literatura sobre o tema e lançando o nome Tarot ao mundo. Esse fenómeno de final de século estava ligado intimamente ao crescimento de novas ordens esotéricas e o renascimento de outras.



No século XX, o Tarot já tinha grande peso no meio esotérico e ocultista, criando calorosos debates entre os livres-pensadores da época. Desentendimentos históricos, como o de Arthur Edward Waite com Aleister Crowley, favoreceram uma abertura para a criação de novas associações e dinâmica na arte do baralho. Waite ilustra de forma rica os Arcanos Menores do Tarot e Crowley nos presenteia com um hipnótico Tarot ligado à tradição da magia.

Com o crescente desenvolvimento da mídia, o tema Tarot invade o mundo e ganha estrada, chegando a muitas classes e pessoas. Com certeza, novos caminhos e propostas estão cada vez mais sendo explorados e descobertos através desse intrigante e infinito tema que é o Tarot.



É de acrescentar, que ao longo dos séculos, o Tarot tem servido a sábios e videntes (também conhecidos pelo nome de bruxos) como estímulo dos seus poderes intuitivos e como método auxiliar de adivinhação, como também servia para entreter os nobres na arte de jogar.

Como disse, o Tarot tradicional possui 78 cartas, cada uma é denominada de arcano, palavra que significa “mistérios ou segredos a serem desvendados”.



O baralho divide-se em duas secções, arcanos maiores e arcanos menores.
Os arcanos maiores também conhecidos por “Trunfos” são compostos por 22 cartas figuradas, que estas são “ricas em simbolismo antigo" e dominam a interpretação de uma tiragem.
Esta secção descodifica os símbolos e descreve os significados mais frequentes atribuídos aos arcanos maiores, de modo a inspirar as suas específicas e pertinentes interpretações”.

Nos arcanos menores também conhecidos por “cartas de cobertura” são compostos por 4 naipes: Taças, Bastões (também conhecido por bordões ou paus), Pentáculos e Gládios.
Cada naipe tem 14 cartas: rainha, rei, cavaleiro “ e um jovem de um dos sexos, conhecido por valete, pajem ou dama de honor”, que simbolizam “pessoas influentes na vida do consulente, que podem ser visíveis ou invisíveis”.

A leitura do Tarot é realizada por um meio de uma técnica específica:
Métodos de Tiragem:



Existem vários tipos de tiragem: tiragem simples (3 cartas), o hexagrama (7 cartas), tiragem rápida de arcanos maiores (6 cartas), a cruz celta (10 cartas).

A tiragem simples, hexagrama e a cruz celta é utilizada para responder a uma pergunta específica ao consulente enquanto que a tiragem rápida de arcanos maiores é apenas utilizada para assuntos sérios ou para responder a uma questão vital.



O Tarot fortaleceu-se como uma arte totalmente mística e esotérica até os nossos dias. Presentemente, poucos lugares no mundo se joga o tarot como arte lúdica, a maioria o utiliza como uma ferramenta de auto conhecimento e orientação espiritual.

Em suma, o Tarot é uma linguagem universal porque cada carta possui uma imagem, um nome e um número que constituem símbolos poderosos dotados de significados específicos. Este também pode ser considerado como um diagrama da vida, uma mensagem do inconsciente ou até a ponte entre o plano terrestre e o espiritual.

Assim, neste contexto, o Tarot serve tanto para uma orientação psicológica ou terapêutica quanto para a adivinhação ou predição do futuro; também, para muitos, é considerado o melhor veículo para o auto conhecimento.
Texto retirado do site A escriba

:: Postado por ¤*Vicky*¤ às 21:29:29
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29/04/2008


LOUCO (0 ou 22)

TARÔ DE MARSELHA

Um homem andarilho que caminha sem rumo, ele é estimulado a avançar pelo cão (que pode ser o amigo ou o inimigo).

Ele traz uma trouxa ás costas que representa todo seu conhecimento herdado, mas ainda não consciente.
Ele não se importa com o caminho e que vai cair no abismo.
O Louco está no início de sua viagem. É o nosso viajante, percorrendo o caminho da vida e tentando entender os seus mistérios.

 

TARÔ MITOLÓGICO

DIONISO

A águia é o pássaro de Zeus, o rei dos deuses, que protege o Louco no momento em que se prepara para mergulhar no desconhecido.
A caverna da qual o Louco surgiu é o passado, a massa obscura e indiferenciada da qual o início de um verdadeiro sentido individualidade está para tomar forma.
Os chifres de bode na fronte do Louco sugerem, tal como as peles de animais que veste, que ele seja como um jovem animal conduzido à vida por instinto, ainda inconsciente e sem compreensão.

 

TARÔ EGÍPCIO

O REGRESSO / 22

- Plano Espiritual: o eclipse: não sabe distinguir o real do ilusório, fim de um ciclo e começo de outro. Mudança de fase.
- Plano Mental: Ani, o personagem principal do “Livro dos Mortos”, saindo triunfante da “Casa da Luz”, tendo realizado o ritual de Iniciação dos Sacerdotes. Carregando ao seu poder suas conquistas. Está envolto com a “Pele de Leopardo”, vestimenta própria dos sacerdotes, simbolizando a conquista do status de adulto.

Representa a realização do trabalho de Copas, a implantação do jogo de personagens necessários para a manifestação dos dons desenvolvidos.

Na mão direita o cajado mostrando que ele tem seu rebanho e sua plantação, o resultado de Paus. Representando que ele conquistou as estruturas básicas no ciclo passado.

Na mão esquerda, a chave da Sabedoria (Cruz Ansata), mostrando que ele aprendeu tudo o que deveria.

O resultado do trabalho de Ouros, a consciência e o uso dos conhecimentos. Os planos se unem em torno da figura central.

Do Plano Material emerge o crocodilo, símbolo das forças subterrâneas dominadas. O crocodilo reúne toda a matéria prima a ser aperfeiçoada. Representa à conquista do trabalho de Espadas, a realização dos objetivos, a transformação dos dons.


- Figura de pé voltada para a direita: muito ativo, em movimento, buscando o futuro.
- Cruz Ansata: chave da vida, imortalidade.
- Bastão dos patriarcas: poder adquirido através do conhecimento.
- Pisa no crocodilo: pisa nos medos, arrisca-se.
- Plano Material: o crocodilo invade o Plano Mental; medos reais.


“Minha alma não entra em teu segredo, nem meu navio em teu porto”.

Texto retirado do site http://www.olhosdebastet.com.br

 

 

:: Postado por ¤*Vicky*¤ às 17:31:03
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19/04/2008

MAGO (1)

TARÔ DE MARSELHA

- É representado por um jovem em pé (ação), segurando com a mão esquerda um bastão (poder). O Louco percebeu que tinha todos os elementos para trabalhar e tornou-se um Mago.

- Ele está atrás de uma mesa (quadrado representa o material) onde encontramos os quatro elementos:


- Elemento Ar = faca ou espada (o pensamento, esforço, luta e dificuldade),
- Elemento Terra = moeda ou pentagrama (o trabalho e a concretização),
- Elemento Água = taça (as emoções, os relacionamentos e a boa sorte),
- Elemento Fogo = vara ou bastão (talento, impulso, criatividade).

- O chapéu (oito deitado) símbolo do infinito (lemniscata), que representa o conhecimento.


- O Nº 1 é a Suprema Unidade, o Absoluto. O Tudo. O começo de todas as coisas.A vontade criadora. O Mago é o principio de ação, material e mental. É aquele que não se pode dividir.

 

TARÔ MITOLÓGICO

HERMES

O cálice representa o Cálice da Sorte, particularmente a sorte do amor, pois Hermes é um entendido nos casos do coração.
A espada representa o fio cortante da mente e o seu poder, dado a Hermes por seu pai, Zeus.
A sacola de pentáculos ou de moedas marca Hermes como o deus da boa sorte, patrono dos comerciantes e dos homens de negócios.
O caduceu é a varinha mágica de Hermes, enrolada por duas serpentes que representam todos os opostos: o bem e o mal, o macho e a fêmea, escuridão e luz.

 

TARÔ EGÍPCIO

Os olhos do pássaro Uatchet – significa o deus da evolução.
- Akenaton, curioso em descobrir os segredos da vida. É o filho do Faraó, por isto representa a essência divina (os Faraós eram considerados encarnação dos deuses). Tem na mão um bastão, o primeiro instrumento que vai ter que aprender a utilizar para provar que é um adulto.

O menino também representa a Aa, divindade de aparência infantil masculina, com trança egípcia, tendo o cetro representando o disco solar e o colar a meia lua.

Pode ser visto também como o deus Horus menino. Era representado com o dedo sobre os lábios, sendo lhe atribuído o silêncio, com referencia a sua lenda de ter sido criado escondido do deus Set.
- Dentro do cubo, o pássaro Íbis, símbolo do deus Thot, significa o início de um novo tempo, nascimento.

Sobre o cubo estão à moeda, a espada e o vaso que junto do bastão da mão do Mago formam os quatro elementos que o menino vai ter que aprender a usar para poder se inserir dentro do seu universo, que para nós significa o ambiente que vivemos.

- Estes objetos estão relacionados com os quatro naipes do Tarot.
• O Mago é o Senhor do próprio destino e tem o domínio sobre os quatro elementos do universo: Terra, Fogo, Água e Ar.

Moeda: Naipe de Ouros. O poder da Terra. Através da moeda, Akenaton terá que aprender a discernir o valor das suas capacidades e do conhecimento adquirido e saber canalizar o uso disto de acordo com o seu sentido de vida para obter o crescimento e o saber. Representa os talentos e concretização.
Bastão: Naipe de Paus. O poder do Fogo. Mostra a tarefa de criar estruturas básicas: estudo, sobrevivência, casa, estabilidade emocional. Com o bastão Akenaton conquista o cajado que aparece na carta 22 (O Louco). Representa a criatividade.
Vaso: Naipe de Copas. O poder da Água. Representa a tarefa do indivíduo de estabelecer papéis de acordo com seus dons para conquistar seu espaço dentro da sociedade. Com o vaso, Akenaton atinge a pele de leopardo, símbolo da maioridade e do sacerdócio. Representa as emoções e a boa sorte.

Espada: Naipe de Espadas. O poder do Ar. Utilizando-se da espada, o menino terá que desenvolver seus dons, promovendo sua realização, dominando o crocodilo, que representa as forças de manutenção do já estabelecido, do Arcano do Regresso (22). Representa desenvolvimento dos dons.

:: Postado por ¤*Vicky*¤ às 20:56:09
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17/04/2008

SACERDOTISA / PAPISA (2)

TARÔ DE MARSELHA

- Uma mulher sentada (presente, passividade), se alguém deseja aprender dever aprender assim.
- Ela segura um livro (conhecimento, sabedoria), onde registra os acontecimentos passados.
- Ela está entre dois pilares (a dúvida), representa a Lei dos Opostos. Identificar o bem e o mal.
- Sobre ela está o véu (intuição).

 


TARÔ MITOLÓGICO

PERSÉFONE

A romã é tanto a fruta dos mortos quanto do amor conjugal graças a sua multiplicidade de sementes. É por isso que o mundo oculto de Perséfone é fértil e repleto de um potencial criativo a ser desenvolvido.
As colunas branca e preta representam à dualidade própria do Submundo. Os impulsos potenciais, tanto criativos, quanto destrutivos, estão ocultos na escuridão do inconsciente.
O narciso que Perséfone colheu quando Hades a raptou era associado aos mortos por causa de sua pálida cor fantasmagórica e de seu desabrochar anual durante a época do inverno.

 

TARÔ EGÍPCIO

 

- A deusa Ísis, invade o com suas coroas, e não há mais nenhum atributo. Na cabeça a cobra é o símbolo da iniciação, as coroas simbolizam os tronos do Egito: o Alto Médio e Baixo Egito.

Na mitologia a deusa Ísis era a Grande Mãe, a Sacerdotisa. Dotada do conhecimento e de poderes ocultos. Ao redor dela, a Coluna Djed e sua sombra. A coluna do esquerdo (passado) é a real, e a do lado direito (futuro) a sua sombra. Ressaltando as faculdades da deusa, a clarividente, a capacidade de ver o passado, o presente e o futuro.

Em uma mão ela tem o papiro do Livro dos Mortos, que é o símbolo da sabedoria humana. Na outra a chave do saber adquirido.


- A Coluna de Djed significa a reencarnação. Uma coluna colorida, representando o renascimento, e sua sombra, a coluna preta, as vidas passadas.

 

:: Postado por ¤*Vicky*¤ às 17:51:47
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15/04/2008

 

Eu acredito e daí?(mas não podia ser uma tiragem mais acertada, eu mesma não teria feito melhor...rs)

 

Ainda bem que ninguém vê esse blog....pelo menos não ninguém que interesse hahahahahaha

:: Postado por ¤*Vicky*¤ às 21:33:05
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15/04/2008

IMPERATRIZ (3)

TARÔ MARSELHA

- Uma mulher sentada (passividade), com o olhar para o futuro, na mão direita segura um escudo com uma águia, símbolo das alturas a que pode elevar-se o espírito (intuição), age mais sobre a imaginação do que sobre a realidade. A águia é também o símbolo da alma e da vida, do Espírito Santo. Simboliza a inteligência e a imaginação criativa.
- Na mão esquerda segura o certo, símbolo de sua autoridade. Neste cetro, existe um globo que representa o mundo, e a cruz a espiritualidade que deve dominar a matéria.

 

TARÔ MITOLÓGICO

DEMÉTER

A caída d’água sugere o fluxo de sentimento e de fertilidade do mundo de Deméter. Ela preside os rituais do casamento e abençoa os frutos dessa união.
O diadema de castelos e torres que Deméter porta na cabeça representa o seu domínio sobre o instinto de construir casas seguras de pedra e de madeira, lugares de segurança e de paz.
O colar de 12 pedras preciosas simboliza os 12 signos do zodíaco.
Como regente da natureza, Deméter governa o ciclo ordenado das estações e as leis do Cosmos.

 

TARÔ EGÍPCIO


- A aura da deusa Nefth invadindo o Plano Mental, são as dozes estrelas que representam o saber. A deusa Nefth está sentada num cubo geométrico, que é o símbolo das relações do produto cartesiano, que significa um momento de trabalho mental. Nas mãos da deusa o bastão, significa o poder sobre o corpo e a matéria. Ela conversa com o pássaro Uatchet, que é o deus da Evolução, representação dos Olhos de Rá, símbolo do espírito. Ela é a mente, a conexão entre o material e o espiritual.

 

:: Postado por ¤*Vicky*¤ às 01:42:02
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  • Quantas pessoas ja passaram por aqui!!!!!!!

  • EU AMO AS BRUXAS!!!!!!!!!!!


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